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SOBRE A APGICO


A Associação Portuguesa de Criatividade e Inovação - APGICO, fundada em 2007, destina-se a desenvolver, divulgar e promover conhecimentos e experiências na área da gestão da criatividade e da inovação organizacional, ajudando a criar condições para a competitividade das empresas e eficácia das organizações. Apresentação da APGICO
Para mais informações:
(+351) 289 093 327

IPEI

Conheça melhor que tipo de eventos são estes.

O que é a IPEI?

Entenda como  tudo funciona

 

As IPEI são eventos do tipo seminário, com a duração de 4 horas, organizados segundo temas relativos a produtos, processos ou serviços, e constituídos com base numa mesa, reunindo dois dirigentes de empresas/instituições do 3º setor, importantes para o tema escolhido, e uma outra mesa, com outros tantos especialistas ligados ao tema, numa sessão moderada pela Apgico. No público haverá, igualmente, mais quatro convidados com interesse direto no tema (nomeadamente jovens empreendedores), a quem será alargada a discussão, assim como ao público em geral (a sessão será aberta ao público). Na primeira parte, os empresários serão solicitados exemplos dos projetos que estão a ser desenvolvidos e exemplos de novos produtos/serviços que interessaria à empresa desenvolver em conjunto com outras entidades. Os especialistas serão solicitados a expandir as sugestões e relatar outros exemplos, seguindo-se os empreendedores convidados (2 por empresa) e o público. Na segunda parte, solicitar-se-á a cada empresária a escolha de um dos projetos sugeridos na discussão e repetir-se-á o ciclo apenas sobre o escolhido, para cada empresa, ficando definido o objetivo do projeto e uma possível equipa para a sua construção. O projeto será concretizado posteriormente ao seminário.

 

 

Diagrama da IPEI

Objetivos Específicos

 

♦ Promover a competitividade empresarial, através da criação de novos produtos, serviços e processos, a partir da satisfação de necessidades de empresas estabelecidas;
♦ Promover a inovação, empreendedorismo e espírito empresarial na área social, para grupos com maior necessidade de apoio (ex. imigrantes, jovens à procura do primeiro emprego);
♦ Promover a inovação, empreendedorismo e espírito empresarial no quadro da igualdade de género;
♦ Constituir uma plataforma para transferência de conhecimento e apropriação por parte das PME;
♦ Instituir um prémio para os melhores projetos, designado “Colaborar para competir”;
♦ Fomentar a constituição de redes de valor acrescentado juntando agentes ligados às empresas, à universidade e às instituições do Estado;

Sequência das Ações


Como surgiu a IPEI

A ideia da IPEI nasceu da alteração da finalidade de debate dos seminários temáticos para uma finalidade de ação, transformando a natureza desses seminários de um fim em si próprios para o princípio de algo. Adicionalmente, aplicou-se a lógica das spin offs como um complemento à lógica das start ups, mas sem a limitar às universidades, estendendo-a às próprias empresas já estabelecidas, isto é, considerou-se que novas empresas também podem nascer de empresas já estabelecidas.

História da IPEI

A ideia foi-se construindo ao longo de uma extensa participação em congressos e seminários, de cujas discussões surgiam, por vezes, ideias muito interessantes de possíveis projetos mas que não tinham sequência, uma vez que o evento tinha um fim em si próprio, isto é, apesar de todas as ideias e conhecimentos expressos durante os seminários, nada dali saía a não ser, claro, a aprendizagem que alguns fariam e eventuais contatos do networking. E a pergunta surgiu: porque não fazer de um seminário normal o princípio de algo, em vez de um fim em si próprio?

 

Esta dúvida foi complementada com outra, dizendo respeito ao empreendedorismo. Também, ao frequentarmos múltiplos eventos sobre o tema, começámos a achar a sequência normal (informação sobre programas de financiamento, palestras sobre temas afins e apresentação de casos de sucesso) pouco produtiva e limitada a uma única visão do empreendedorismo – a criação de empresas do tipo Start Up (Empresa Emergente). Com todo o valor que tem a criação de empresas a partir de um projeto e mesmo com os apoios normalmente fornecidos, de caráter financeiro ou de formação/consultadoria em áreas da gestão, sabemos que a probabilidade de sucesso é sempre limitada. Com efeito, o (jovem) empresário que, em princípio, domina a área técnica em que a empresa se insere, dispõe, em geral de um conhecimento limitado do mercado que lhe é próprio e, para executar as múltiplas tarefas administrativas, tem de roubar tempo às tarefas de caráter técnico, essenciais à construção da empresa. Mas não tem de ser sempre assim.

 

Com efeito, a lógica que preside às empresas que nascem, em geral, a partir da universidade, nela mantendo a localização física – as Spin Offs (Empresas Derivadas) – não é exatamente a mesma das start ups. As primeiras consideram-se extensões da própria universidade, só que esta acaba por lhes dar pouco mais do que o apoio técnico e logístico que, apesar de muito importante, não inclui o do conhecimento do mercado, pela simples razão que a universidade não é uma empresa e, logo, não tem o conhecimento ligado com a execução do negócio. E, diga-se de passagem, saber quem é o cliente e como se lhe pode dirigir com sucesso é mais importante que o produto ou o serviço que podem ser vendidos.

 

Dos muitos exemplos estudados sabíamos, também, que a inovação dificilmente surge da atividade normal da empresa, sobretudo se esta tem alguma dimensão, pelo simples facto de que a empresa tem de se concentrar na sua estratégia principal, pois é ela que lhe garante a continuidade do negócio e isso não deixa muito espaço para a inovação, em especial se ela for do tipo radical. São conhecidos os exemplos típicos da Kodak, que resolveu manter a fotografia analógica e não entrar na digital, apesar do inventor ser um engenheiro da empresa, que tentou fazer com que a gestão aceitasse alterar a sua estratégia. Este e muitos outros exemplos podem ser conhecidos no livro de Clayton Christensen (*), com destaque para as spin offs criadas por iniciativa de grandes empresas, tendo algumas delas sido compradas de novo e integradas na empresa sem, contudo, alterar o seu enquadramento de gestão e caso a integração de culturas não colocasse problemas (segundo o autor, uma empresa não pode conter culturas diferentes, uma vez que os valores defendidos constituem a base principal para a atribuição de prioridades).

 

(*)Christensen, C. (2003). The innovator’s dilema. New York: HarperCollins Publishers

 

 

EXECUÇÃO

Como se faz

Sequência das ações:
1. A Apgico pode constituir-se como entidade promotora ou convidar alguém para essa finalidade. No caso da constituição de entidade promotora (ex. associação empresarial, jornal regional, escola superior, delegação regional do governo) esta, em conjunto com a Apgico, leva a efeito o evento. Esse evento terá a forma de um seminário, com uma duração não superior a 4 horas, com a finalidade de abordar um tema que a entidade promotora ache importante e sobre o qual seja possível convidar empresas/organizações do 3º setor, bem como outras entidades que possuam conhecimentos ou interesses sobre o tema escolhido.
2. Para o evento é constituída uma mesa reunindo 2 dirigentes de empresas importantes para o tema escolhido e uma outra mesa, com especialistas igualmente ligados ao tema (universidade, associações, entidades ligadas ao desenvolvimento), numa intervenção moderada pela Apgico, ou por alguém conhecedor da temática e das pessoas envolvidas. No público haverá, igualmente, quatro empreendedores convidados por possuírem alguma ligação ao tema. A sessão é aberta ao público.

1ª Parte

3. Após a apresentação dos intervenientes, cada empresa apresenta projetos atuais e os possíveis, que gostaria de conduzir em colaboração com outras entidades.
4. Após a intervenção de cada empresa, a discussão é estendida a um especialista, a dois empreendedores convidados e, finalmente, ao público em geral, que opinará sobre as sugestões apresentadas.

2ª Parte

5. Da lista dos possíveis projetos enunciados, cada empresa escolherá um, estendendo-se a discussão sobre uma possível estrutura, bem como entidades que poderiam integrar uma possível equipa de projeto. O processo repete-se com as entidades convidadas e público, seguindo-se o mesmo ciclo com a outra empresa.
6. Da discussão sairão projetos esboçados e sugestões de entidades a convidar, que serão depois concretizadas em reunião com cada empresa, como projetos normais.

E o que acontece depois?

1. Posteriormente à sessão, a Apgico definirá, com cada empresa, o objetivo concreto de cada projeto, as equipas a convidar e as questões logísticas para a reunião de projeto.
2. Cada reunião de projeto será orientada pela Apgico e terá a duração de 4 horas.

3. Uma vez executadas as reuniões de projeto, facilitadas pela Apgico, ficarão definidos projetos de curto prazo (1 a 3 meses)
4. De acordo com a experiência já obtida, a execução deste tipo de projetos constitui uma origem para novos projetos, objetivos e realizações
5. Os projetos, juntamente com as equipas formadas, podem dar origem a novos negócios ou inovações nos existentes

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