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Intervenção em resolução de problemas - projectos de inovação e mudança nas empresas A APGICO tem vindo a testar várias versões do modelo inicial de 5 passos, de Resolução Criativa de Problemas. Com efeito, nas intervenções que tem vindo a fazer nas organizações, o tempo em que as equipas estão a trabalhar segundo o método constitui um sério obstáculo ao sucesso da intervenção, dada a dificuldade das empresas em garantir a estabilidade da equipa durante os dois dias consecutivos em que têm lugar as duas sessões de 4 horas. Desta forma, testámos já, com bons resultados, um modelo com 4 passos: definição do objectivo, definição do problema, desenho do plano de acção e acção propriamente dita. No entanto, como a definição do objectivo é feita durante a pré-consulta com a administração, e a acção está para além da sessão com a equipa, o processo fica limitado a 2 passos: problema e acção, ou PROBLEMAÇÃO, como lhe chamaremos agora. Esta forma do ciclo permite reduzir a intervenção com a equipa para 4 horas e dar todo o ênfase ao plano de acção, onde se incluem formatos de execução, etapas e objectivos, medidas de controlo de gestão, planos de aceitação e planos de comunicação. Esta abordagem proporciona uma estruturação inicial do grupo, durante a listagem dos problemas de que se compõe o objectivo, seguida por uma ligação emocional, obtida durante a fase convergente da definição do problema, que inclui a justificação das escolhas de cada membro, seguida pela escolha da equipa (pelo método do telescópio). A seguir, uma nova fase de estruturação - o planeamento da acção - em que a criatividade da equipa se exprime durante o "Como" fazer cada tarefa definida no plano, incluindo a sua aceitação pela organização a que pertence a equipa. A PROBLEMAÇÃO reforça ainda a probabilidade de execução da tarefa através dos procedimentos de follow up, com reuniões intermédias de 1-2 horas, agendadas antes do final do projecto e destinadas a coordenar a execução do grupo, reforçar a implicação com a equipa, e redefinir o problema e o plano de acção. Desta forma a equipa aprende mais sobre o objectivo inicial e desenvolve formas criativas de conseguir o equilíbrio entre a definição do problema e a sua resolução, dentro de um sistema de tentativa e erro. E, se bem seja suposto que qualquer equipa de projecto siga um processo semelhante, o método PROBLEMAÇÃO favorece melhor o equilíbrio entre a estruturação, o planeamento, o improviso, a gestão do conhecimento e a implicação organizacional. A APGICO irá continuar a testar o modelo nas intervenções e situações experimentais criadas para o efeito, realizando a investigação necessária para que o interesse das empresas possa prevalecer.
EXEMPLOS DE ORGANIZAÇÕES INTERVENCIONADAS · HUBEL (Agricultura) · GARVETUR (Turismo) · VISUALFORMA (Novas Tecnologias) · HOTÉIS GRANDE REAL · ESEL (Escola Superior de Enfermagem em Lisboa) · JOAQUIM & FERNANDES ( Construção ) · ESCOLA SECUNDÁRIA DE PINHEIRO E ROSA · FILNETO (Construção) · PHILIP MORRIS (Indústria) · EMPRODALBE ( Distribuição ) · AUCHAN (Distribuicão) - Resultados do projecto · COOPERATIVA AGRÍCOLA DE MONCARAPACHO · ABRAÇO (Solidariedade Social) · FACULDADE DE BELAS ARTES, UNIVERSIDADE DE LISBOA Mais informações sobre as intervenções: Newsletter - Março 2009 (Visualforma, Hubel, Garvetur, hotéis Grande Real, Esel, Emprodalbe, JF) Newsletter - Junho 2009 (Filneto, Escola Sec. de Pinheiro e Rosa) Newsletter - Setembro 2009 (Auchan) Newsletter - Dezembro 2009 (Cooperativa Agrícola de Moncarapacho, Philip Morris Int., Auchan) Newsletter - Março 2010 (Escola Sec. de Pinheiro e Rosa, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Abraço, DNA Cascais) Newsletter - Junho 2010 (Escola Sec. de Pinheiro e Rosa) |
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Intervenções nas Organizações - Resolução Criativa de Problemas |